Inteligência emocional consiste em lidar com emoções e orientar ações em busca dos objetivos
Foto: Divulgação / stock.xchng

Todas as dimensões da vida — social, profissional, física, espiritual — dependem da interpretação subjetiva que cada um faz sobre a própria realidade. Assim o psiquiatra Flávio Xavier resume a importância do bem-estar psicológico para a qualidade de vida.

É por isso que há pessoas capazes de superar as limitações e se sentirem plenamente realizadas, enquanto outras nunca estão satisfeitas.

— O deprimido acha que todos os eventos negativos foram responsabilidade sua e os positivos foram obra do acaso. O sujeito saudável pode pensar exatamente o contrário — exemplifica Xavier.

Mas o psiquiatra ressalta que otimismo e autoconfiança não são apenas atitudes comportamentais. Há determinantes na saúde mental, uma decisão de ver as coisas com esperança, um hábito cognitvo. Porém, a bioquímica, ou seja, a genética e as relações da primeira infância também estão envolvidas nesse processo.

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O que não significa que a inteligência emocional não possa ser trabalhada ao longo da vida, seja com ajuda de psicoterapia, seja por meio de experiências desafiadoras ou prazerosas que ajudam o indivíduo a descobrir capacidades veladas e, com isso, tornar-se mais seguro de si mesmo — e mais feliz.

Para o psicólogo Fernando Elias José, a inteligência emocional consiste em saber lidar com as próprias emoções e orientar pensamentos e ações em busca dos objetivos.

— Desenvolvendo essa habilidade, é possível fazer melhores escolhas para construir um caminho favorável, independente da situação em que nos encontramos — ensina o psicólogo.

As histórias contadas neste site especial demonstram o poder do equilíbrio mental para o enfrentamento de experiências desafiadoras e o papel de atividades como arte e esporte para o desenvolvimento da inteligência emocional. Lições de lucidez para ressignificar circunstâncias negativas e jamais perder a esperança em si mesmo.

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