O G20, grupo que reúne as principais economias do mundo, declarou neste sábado (16) que não deveria haver uma “guerra de moedas” e defendeu que sejam estabelecidos novos objetivos de redução de dívidas, em um indício de preocupação com o frágil estado da economia mundial.

As políticas expansionistas do Japão, que deixaram baixar o yen, escaparam das críticas em um comunicado acordado em Moscou pelos responsáveis financeiros do G20, que reúne as economias desenvolvidas, emergentes e que são responsáveis por 90% da economia mundial.

Após conversas mantidas em grande parte da noite de sexta-feira (15), os ministros de finanças e presidentes de banco centrais concordaram com a formulação mais próxima da declaração da última terça-feira do G7, grupo das economias mais ricas e que apóia taxas de câmbio determinadas pelo mercado.

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Um esboço do comunicado do G20 visto por delegados na sexta-feira tinha se distanciado do comunicado do G7, mas a versão final incluiu um compromisso do G20 em conter-se ante desvalorizações competitivas e estabelecer uma política monetária que possa apontar para a estabilidade de preços e crescimento.

“Essa linguagem foi reforçada em nossas discussões na noite passada”, disse à imprensa o ministro canadense de finanças, Jim Flaherty. “É mais forte do que era, mas à noite ficou bastante claro que todo mundo na mesa quer evitar qualquer situação de dispunta monetária”.

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