Vereador Roni Magnani - Foto: assessoria
Vereador Roni Magnani – Foto: assessoria

O vereador Roni Magnani (PP), vai levar para a Câmara Municipal a discussão sobre as obras para construção do Núcleo de Atendimento Integrado (NAI) e de uma Unidade do Centro Socioeducativo de Rondonópolis, que tinham previsão para começar no mês de abril do ano passado e que  até agora não saíram do papel. Na tarde desta sexta-feira (26), o vereador Roni estará reunido com o Promotor de Justiça Ari Madeira e com a coordenadora do Projeto Resgaste de Vida, Neusa Novaes da Rocha, para discutir sobre o assunto.

“A luta por estas unidades do Sistema Socioeducativo já existe a há anos. É inadmissível que agora com os recursos garantidos e terreno para construção ainda existam entreves para o começo e conclusão das obras. Vamos cobrar firmemente do estado para que estas obras sejam iniciadas de imediato”, disse o vereador.

Leia também:  Deputado Sebastião Rezende prestigia formatura do Proerd Pais

O vereador ressalta que a população carcerária de Rondonópolis possui grande porcentagem de jovens com idade a partir dos 18 anos.  “Existindo uma unidade realmente socioeducativa na cidade, acredito que a população jovem nos presídios poderá diminuir. O que temos hoje em Rondonópolis é uma antiga cadeia pública na Vila Aurora, onde os jovens estão contidos sem nenhuma perspectiva de recuperação”, externou o vereador.

Em 21 de março do ano passado o convênio na ordem de R$ 6,4 milhões, com recursos federais e estaduais para construção do NAI e de uma unidade do Centro Socioeducativo foi assinado na Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), em Cuiabá.

As obras seriam edificadas em uma área de dois hectares às margens do anel viário, imóvel que foi doado pela Prefeitura de Rondonópolis. Com previsão das obras começarem no mês de abril do ano passado, só faltava à conclusão do processo licitatório.

Leia também:  Novo complexo para Politec é debatido em audiência pública

A atual unidade do Sistema Socioeducativo, instalado na antiga Cadeia Pública, na Vila Aurora, não possui espaço adequado para as atividades de assistência aos adolescentes que ali se encontram recolhidos. O local onde estão menores em conflito com a lei, tem apresentado problemas sérios, como tentativa de fuga em massa, agressão física a agentes e infiltração de drogas.

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.