Num bate papo bem descontraído, o ex-jogador Cafu compartilhou sua experiência com os congressistas da Feira APAS, na manhã desta quinta-feira (9), ao lado do jornalista e apresentador Benjamin Back.

Cafu listou quatro ingredientes que considera primordiais para se obter sucesso na vida: disciplina, força de vontade, talento e sorte. “Competência e sorte caminham juntos. Você precisa ter competência para desempenhar o que sabe fazer e sorte para ter a oportunidade de mostrar que sabe”.

Liderança para ser campeão, perseverança, saber falar, ouvir, dividir e respeitar os limites e capacidades de todos, também foram preciosas dicas passadas por ele. “Quando era capitão, dividia as responsabilidades e sempre motivava os jogadores para vencermos as barreiras. É preciso aprender liderar”, comentou.

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Cafu relembrou uma das copas do mundo em que os jogadores foram anteriormente massacrados pela mídia brasileira e estavam bem desmotivados. “Conversei com eles e disse: ‘se vamos para a guerra desacreditados, então nem vamos’. Falei algumas coisas que foram determinantes para a vitória. Se você acredita no que você faz, ganha com competência. Foi fantástico”.

Com muito carisma e bastante humildade, o ex-jogador contou sobre sua trajetória e as dificuldades enfrentadas, as curiosidades profissionais, os bastidores e os altos e baixos da seleção, que muitas vezes foi criticada, mas também deu muitas alegrias. “A crítica é inerente ao atleta, mas é preciso ter sabedoria para administrá-la. Passei a carreira inteira escutando que eu não sabia cruzar. Você tem que absorver a crítica e procurar melhorar sempre”.

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Cafu também destacou a importância da liderança tanto dentro quanto fora de campo e passou alguns conselhos para as crianças que querem se tornar jogadores profissionais. “Meu conselho é estudo em primeiro lugar. Depois, é lutar pelo seu sonho e correr atrás dos seus objetivos, não desistindo nunca, e o principal: faça melhor aquilo que você sabe fazer”.

Sobre a Copa das Confederações, Cafu assegurou que o Brasil vai vencer. “Eu sou muito otimista e sempre acredito em meu país. Precisamos lapidar os jogadores que temos hoje, pois eles são as nossas joias”.

Ao final de suas explanações, mostrou um vídeo sobre a Fundação Cafu, no Jardim Irene (SP), com depoimentos das crianças assistidas. A Fundação existe há 10 anos, visa a integração social e abriga 750 crianças de 3 a 7 anos com mais de mil atendimentos mensais. “O maior gol que fiz na vida foi a Fundação, pois conseguimos dar oportunidade àqueles que não têm condições”.

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APAS – O superintendente da APAS, Carlos Corrêa, agradeceu a presença do atleta e colocou o Departamento de Sustentabilidade da entidade à disposição da Fundação Cafu, sugerindo parcerias. O ex-jogador parabenizou a APAS pelo evento e falou sobre o setor supermercadista. “Adoro ir ao supermercado. Conseguimos identificar os produtos de maneira mais fácil, o que ajuda quem tem pressa. Temos muitos produtos ofertados, mais produtividade e mais lucro para o nosso país”.

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