rifle

 

Um rifle com poder de destruição de fuzil, utilizado por quadrilhas de roubo a bancos, foi apreendido nesta segunda-feira (27.05), nas investigações da operação “Sapatinho Nobre”, conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Judiciária Civil, no município de Nobres (146 km Médio-Norte).

O rifle 30-30, de fabricação americana, e dez munições de fuzil foram encontrados enterrados no quintal da casa de Ulisses Batista da Silva, 29, conhecido por “Negão”, integrante da quadrilha que em janeiro deste ano assaltou a cooperativa do Sicredi, em Nobres, na modalidade “Sapatinho”, quando a família do gerente é feita refém.

O armamento foi localizado em ação conjunta de policiais civis e militares da cidade de Nobres e o GCCO. Junto com o rifle foram autuados em flagrante Adão Benedito da Ressurreição, 21 anos, e Cláudio Raimundo, 26, conhecido por “Caiao”. Os dois ajudavam a esconder a arma, comprada por Ulisses Batista da Silva, preso na última quinta-feira (23.05), por policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), na porta do Fórum, em Cuiabá, em cumprimento de mandado de prisão preventiva.

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Os presos Adão e Cláudio foram autuados pelo GCCO por posse irregular de arma de fogo de uso restrito das Forças Armadas e formação de quadrilha ou bando.

De acordo com o delegado chefe do GCCO, Flávio Henrique Stringueta, a investigação começou com informações de uma organização criminosa que aluga e fornece armas para outras quadrilhas no cometimento de crimes no Estado de Mato Grosso, principalmente roubo a bancos. “Desde janeiro investigávamos quando descobrimos a participação de Ulisses no ‘sapatinho’. Ele apareceu com essa ramificação”, destacou o delegado. “A gente acredita que tenha outras armas com essa quadrilha”, completou o delegado.

De acordo Stringueta, na sexta-feira (24.05) passada policiais do GCCO, em conjunto compoliciais civis e militares de Nobres, cumpriram buscas em três residências a procura do armamento, mas nada foi encontrado. Para o delegado, as arma apareceu nesta segunda (27) por conta do cerco das investigações em cima da quadrilha, que estaria ameaçando policiais civis e militares em Nobres. “A união das forças policiais resultaram nessa apreensão”, elogiou.

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O inquérito policial do assalto à Cooperativa Sicred foi concluído no começo do mês de abril pelo delegado chefe do GCCO, Flávio Henrique Stringueta, que indiciou nos crimes de extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha Heverlon Rodrigues Campos, 21, o “Pepe”, Joas Santos Bruno, 19, e Paulo Terra Junior, 37, o “Paulista”, que se encontram foragidos e Ulisses Batista da Silva.

Os três foragidos estão com mandado de prisão preventiva, decretados pela Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado, Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra a Administração Pública.

As investigações contaram com o apoio da Delegacia da Polícia Judiciária Civil de Nobres.

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