Foto externa do Congresso Nacional22.11.03Foto Reynaldo StavalePatrocinado nos bastidores pelo Palácio do Planalto, o projeto que afetava os possíveis adversários de Dilma Rousseff em 2014, particularmente a Rede de Marina Silva, foi abandonado por ora no Congresso Nacional.

PT e PMDB, que eram seus principais defensores, afirmam reservadamente que não há clima para aprová-lo após as manifestações que tomaram conta das ruas do país no mês de junho.

Sem palanques nos Estados, Marina já admite ‘voo solo’
Marina se encontra com Barbosa para tentar barrar projeto que inibe siglas

O projeto era classificado pela oposição a Dilma como um “golpe eleitoral”, já que vedava às novas siglas –caso da Rede– amplo acesso à propaganda eleitoral na TV e ao dinheiro do Fundo Partidário, dois dos principais pilares dos partidos políticos.

Leia também:  Fabris se apresenta e nega ter cometido crime

O texto foi aprovado pela Câmara acrescido de uma emenda que dificultou ainda mais a situação dos pequenos partidos, redistribuindo aos maiores parcela do fundo e do tempo de TV.

Com isso, Dilma projetava para 2014 tempo recorde na propaganda na TV, cerca de 60% do total.

Após o PSB ingressar no Supremo Tribunal Federal, o ministro Gilmar Mendes suspendeu a tramitação do projeto no final de abril.

A decisão foi derrubada pelo plenário da corte em junho, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não colocou o projeto novamente na pauta de votações

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.