George Duke em show na África do Sul em 2007. Foto: Getty Images
George Duke em show na África do Sul em 2007. Foto: Getty Images

O tecladista norte-americano George Duke morreu nesta segunda-feira (5) aos 67 anos. A notícia foi dada pela ex-integrante da banda Supremes Scherrie Payne, que não informou a causa da morte.

De acordo com Payne, Duke morreu no hospital St. John, em Los Angeles, e o enterro será privado. O músico deixa dois filhos, Rasheed e John.

Duke lançou em julho o álbum “DreamWeaver”, uma homenagem à mulher, Corine, que morreu de câncer em 2012. O músico ficou tão arrasado que não conseguiu tocar por meses.

Nascido em San Rafael, na Califórnia, Duke começou a estudar piano aos sete anos. Durante a infância tocou na igreja local e aos 16 já tinha participado de vários grupos jovens de jazz.

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Muito influenciado por Miles Davis, Les McCann e Cal Tjader, Duke frequentou o conservatório de São Francisco.

Seu nome ficou conhecido no fim dos anos 1960, quando tocou com artistas como Jean-Luc Ponty e Cannonball Adderly. Depois, se uniu a Frank Zappa para álbuns como “Chunga’s Revenge”, “200 Motels” e “Apostrophe”.

Como artista solo, gravou mais de 30 álbuns. Também atuou como produtor e diretor musical, inclusive para artistas brasileiros, a começar pelo trombonista Raul de Souza.

Fã de música brasileira, em 1979 ele foi ao Rio de Janeiro para gravar o álbum “A Brazilian Love Affair”, com participação de Flora Purim, Milton Nascimento e Airto Moreira. O disco tornou-se um de seus maiores sucessos.

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