Nas últimas três temporadas, o título do Grand Prix parou nas mesmas mãos. Apesar de ter sempre o Brasil na briga, os Estados Unidos mantiveram a escrita e levaram o troféu para casa. Nesta edição, a seleção quer deixar o posto de vice-campeã e colocar na galeria o seu nono caneco. A estreia na fase final da competição será exatamente contra as americanas, rivais de longa data, que não conseguiram impedir as comandadas de José Roberto Guimarães de conquistar dois ouros nos Jogos Olímpicos de Pequim e Londres.

As duas equipes terminaram a fase de classificação com campanhas similares. O Brasil ficou em segundo lugar, com oito vitórias e uma derrota. As americanas ficaram em quarto, com o mesmo retrospecto, mas com um pior saldo de sets. Na primeira semana do Grand Prix, as bicampeãs olímpicas superaram os EUA por 3 sets a 1.

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Além dos dois times, também se classificaram para a etapa decisiva a China – única invicta -, Sérvia, Itália e Japão. Na fase final, todas as equipes se enfrentarão e a que alcançar o maior número de pontos será a campeã.

– Os Estados Unidos têm uma das melhores equipes da atualidade. É uma das seleções mais organizadas no seu sistema de jogo tanto no ofensivo quanto no defensivo. As jogadoras são extremamente aplicadas e concentradas. Essa é a equipe que vamos enfrentar. Para fazermos um bom jogo contra elas temos que nos comportar da mesma maneira. É importante buscarmos um equilíbrio no nosso time na distribuição das funções. Nós já jogamos uma vez nessa temporada. Os dois times se conhecem muito bem. Será um jogo de muito volume e o grupo que tiver um melhor posicionamento no sistema defensivo levará vantagem – disse Zé Roberto.

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Para a líbero Fabi, que disputa sua 11ª edição do campeonato, acredita que o primeiro confronto será importante para a evolução do grupo.

– Essa será uma partida chave. É um adversário muito forte com um estilo de jogo que conhecemos. Um dos objetivos de estar na fase final é fazermos jogos como esse. Será uma estreia contra um adversário tradicional. Depois dos Estados Unidos, já temos o Japão que tem um estilo completamente diferente. Acredito que o time que se adaptar melhor aos adversários será o campeão. São cinco jogos em cinco dias. Precisamos estrear bem, ainda mais em um clássico como esse – afirmou.

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