Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras, cerca de "3.600 pacientes com sintomas neurotóxicos" chegaram a três hospitais da província de Damasco após o suposto ataque com armas químicas AP
Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras, cerca de “3.600 pacientes com sintomas neurotóxicos” chegaram a três hospitais da província de Damasco após o suposto ataque com armas químicas
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, conversaram neste sábado (24) por telefone sobre a situação na Síria, e manifestaram sua “grave preocupação” com as informações sobre o uso de armas químicas contra civis por parte do regime em Damasco.

Em um comunicado, a Casa Branca informou que os dois líderes “continuarão mantendo consultas” em torno do suposto uso de armas químicas por parte do regime do presidente Bashar al Assad contra a oposição armada, “assim como sobre a possível resposta da comunidade internacional”.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) anunciou neste sábado ter contabilizado 322 mortos vítimas de “gases tóxicos” nas proximidades de Damasco na quarta-feira (21), incluindo “54 crianças, 82 mulheres e dezenas de rebeldes”.

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Segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF), cerca de “3.600 pacientes com sintomas neurotóxicos” chegaram no mesmo dia a três hospitais da província de Damasco após o suposto ataque com armas químicas.

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