PM proerd apresentaçãoO Comando Regional 4º da Polícia Militar de Rondonópolis, realizou na noite desta terça-feira (03), a solenidade de formatura do curso de Tópicos Especiais de Policiamento e Ações Comunitárias (Tepac). O evento aconteceu no Auditório do Sest/Senat, no Bairro Cidade Salmem.

O objetivo do curso foi a capacitação de 38 policiais militares, dois bombeiros, cinco policiais civis, para serem multiplicadores de informações e exercerão atividades do Programa do Governo Federal “Crack, é possível vencer”.

A coordenadora do curso Vilma Lucas Barbosa, esclareceu que, durante as aulas, os participantes tiveram o curso nacional de polícia comunitária, noções de saúde pública direcionadas à área de psicologia, assistência social e psicotrópicos, questões de policiamento, defesa pessoal, técnica de menor potencial ofensivo, direcionamento legal de combate, prevenção às drogas e o encaminhamento de dependentes químicos, que foram divididos em três módulos totalizando cerca de 120h aulas.

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O comandante Regional, coronel Walter de Souza, destacou que “ o curso alerta para a necessidade de se pensar na parte criminal e na recuperação das pessoas que desejam receber ajuda”.

Os alunos formados serão multiplicadores das informações e receberão um certificado que os qualificam para dar aulas sobre o assunto.

O objetivo principal do Programa do Governo Federal é fortalecer os serviços de segurança pública, saúde e assistência social voltado para o tratamento dos usuários de crack e realizar o enfrentamento do tráfico de drogas.

O capitão da PM Josadack, explicou que o curso é uma forma diferente de encarar o problema do crack nos municípios. “Porque são apresentadas as questões relacionadas ao crack que nem sempre são casos de polícia e sim de assistência social e de saúde pública. Isso é importante para que todos os policiais percebam que o usuário de drogas é também uma vítima e não o vejam somente como um criminoso. É evidente que existe a situação de crime até por esse motivo que a PC e a PM estão envolvidas, mas é necessário que seja feita a prevenção também”, esclareceu o capitão.

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“Todos tratam a questão dos usuários como segurança pública, mais na verdade é um problema que envolve toda a sociedade” afirma o coronel do Corpo de Bomebiros Vanderlei Bonoto.

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