Audiência Pública, realizada na noite desta segunda-feira (07), no Centro de Aprendizagem e Integração de Cursos (CAIC), localizado no Jardim Gramado, em Rondonópolis, discutiu novamente a obra de Canalização do Córrego Canivete.

Na 1ª audiência, foi colocado em questão boatos de que a obra não estaria sendo executada conforme o projeto original, porém foi comprovado que a obra segue o projeto.

Desta vez, foi apontado a morosidade da obra, já que o período das chuvas estão chegando e os moradores estão com medo de que não dê tempo.

“Estamos esperando um resultado, porque já é a 3ª empresa que assume os trabalhos. Esta obra teve início em 2010, porém até agora nada”, lembra Maria de Souza, presidente do Jardim Kenia e membro da comissão Pró Canivete.

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Também foi discutido a falta de matéria-prima e de mão de obra, já que a pedreira responsável pelo fornecimento das pedras está mandando tamanhos menores ou maiores do ideal, ou seja, é necessário usar os trabalhadores para a quebra das pedras.

De acordo com o secretário adjunto de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana, José Márcio Guedes, a Secretaria já pagou cerca R$ 1,5 milhões pela obra. “Além da canalização está incluso a pavimentação asfáltica dos arredores”, aponta o secretário.

O engenheiro Estevão Espósito, da Ensercon Engenharia, negou denuncias de exploração de trabalho, mas confirmou que os trabalhadores tiveram que quebrar as pedras na marreta.

“Estamos enfrentando um problema com a pedreira, porém todos os trabalhadores devem utilizar os equipamentos de segurança. Mandamos um projeto para a Caixa Econômica, para fazer uma alteração, onde e em vez de construir com as pedras, vamos colocar placas de concretos, sanando a dificuldade da matéria-prima e dando mais agilidade para a obra”, diz Espósito.

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