Ex-parceiros de treino, Quinton “Rampage” Jackson e Tito Ortiz deixaram o UFC, assinaram com o Bellator e aceitaram se enfrentar na luta principal do evento do último dia 2. Uma lesão de Tito, no entanto, impediu o duelo. Rampage nocauteou o substituto, Joey Beltran, mas mudou de ideia em relação ao amigo. Quando questionado sobre uma possível data para a remarcação do confronto, o polêmico lutador americano surpreendeu:

– Não sei. Espero que essa luta não aconteça mais. Eu não tenho vontade de nocauteá-lo – disse, por telefone, ao Combate.com.

Com sono, Rampage foi breve nas respostas, mas sem perder a língua afiada. Ele não quis comentar a controversa vitória de Georges St-Pierre sobre Johny Hendricks no UFC 167 e alfinetou sua antiga casa, de onde saiu após ter problemas de relacionamento com o presidente Dana White e reclamar do pagamento feito aos atletas.

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– Eu não sei. Não assisti à luta. Eu não vejo UFC – declarou.

Rampage, que não sabe quando volta a lutar, também explicou a declaração de que, se pudesse, quebraria o joelho de Jon Jones para que o desafeto nunca mais lutasse. Ele garantiu não odiar o campeão meio-pesado do UFC e disse que o considera desleal:

– Eu não odeio o Jon Jones. Só acho que ele é muito desrespeitoso nas lutas dele. Contra o Vitor (Belfort), que aceitou a luta com pouco tempo de preparação, ele deu pisões no joelho para machucar. Achei isso desleal. Por essas coisas que eu quero quebrar o joelho do Jon Jones.

Rampage já enfrentou tanto Jon Jones quanto Glover Teixeira e foi derrotado por ambos, por finalização e decisão dos jurados, respectivamente. Ele elogiou os dois lutadores, mas preferiu não apontar um favorito para o combate, que será realizado no primeiro semestre do ano que vem.

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