O leilão da BR-163 (MT), iniciado nesta segunda-feira (25), atraiu menos investidores que a última concorrência de rodovias do governo federal, em setembro.

Após o fim do prazo de entrega das propostas, sete empresas ou consórcios apresentaram lances para administrar a via por 25 anos. No leilão passado, da BR-050 (MG/GO), oito consórcios apresentaram proposta.

Três grupos que disputaram o leilão de setembro não entraram na disputa de hoje. O vencedor da BR-050, o Consórcio Planalto, formado por nove pequenas e médias companhias do setor de construção, não apresentou proposta desta vez.

Também não entrou na disputa a Arteris, empresas espanhola que é a líder em administração de pedágios no Brasil considerando a extensão administrada. A Queiroz Galvão Engenharia não disputou essa rodada.

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A concorrência da BR-163 (MT) terá sete grupos porque a Odebrecht e a Invepar, que no leilão anterior entraram juntas, desfizeram a parceria e cada um vai disputar separadamente. Além disso, uma nova companhia que não havia apresentado proposta entrou na disputa, a Galvão Engenharia.

Além dessas três, estão na disputa a CCR e a Triunfo e consórcios liderados pela Ecorodovias e pela Fidens Engenharia.

Com a redução da quantidade de concorrentes começa a se concretizar um temor de empresas do mercado de que as companhias não teriam fôlego para entrar em muitas disputas devido aos elevados custos que têm que assumir quando ganham as concessões do governo federal.

Vence quem oferecer a menor valor de tarifa de pedágio. O valor máximo foi estipulado em R$ 5,50 por 100 km. Os envelopes serão abertos na próxima quarta-feira, às 10h.

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Na próxima semana o governo abre uma nova concorrência de rodovias, a de trechos das BRs 060/153/262 (DF/MG/GO).

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