Presidente da Câmara de Pedra Preta - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT
Presidente da Câmara de Pedra Preta – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT

A denúncia contra o presidente da Câmara Municipal, Leonildo Augusto da Silva (PR) foi retirada da pauta da sessão desta segunda-feira (17) após a Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo vereador Semi Mendes de Freitas, não ser a favor da abertura de uma investigação.

O secretário de Cultura, Esportes e Lazer de Pedra Preta, José Renato Ramos (PDT) foi o responsável pela denúncia contra Leonildo alegando que a empresa do presidente da Câmara havia recebido pela construção de uma creche, mas que não teria terminado a obra. Consta na acusação que foram pagos pela obra R$ 461 mil mais aditivos que segundo José Renato foram irregulares.

A obra teve início em 2012, ano em que o Leonildo ainda não era parlamentar. A empresa foi contratada pelo Poder Público após vencer uma licitação. Além de denunciar, José Renato pediu a cassação do mandato do presidente.

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Já Leonildo rebateu as acusações e afirmou que o denunciante falou sobre obras inacabadas, mas não conseguiu apontar os itens que faltavam. O presidente classificou a denúncia como uma manobra ardilosa que usou de documentos não atualizados para tentar lhe prejudicar.

“Isso se trata de um golpe político, por isso não merece acolhimento por parte da Câmara Municipal, já que nem vereador eu era na época”, dizia a defesa de Leonildo.

A Comissão votou por unanimidade por retirar a denúncia da pauta por falta de provas e pediu que o caso seja devolvido ao denunciante.

DENÚNCIA CONTRA

O presidente da Câmara, Leonildo Augusto da Silva também aproveitou para pedir uma apuração sobre a contratação feita pela Prefeitura de Pedra Preta de uma Prestadora de Serviço para realizar o tapa buraco.

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A denúncia de Leonildo fala que a data de liberação para a contratação da empresa saiu com o serviço já em andamento. Por isso ele acha necessário que seja verificado a lisura do processo licitatório. Para ele há possibilidade de fraude.

O caso já foi encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas e agora Leonildo quer que seja criada uma Comissão Parlamentar para a apuração dos fatos.

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