A superioridade da Mercedes no GP da Austrália não assustou as equipes que usam motores Renault. A certeza de que é possível reverter o panorama da primeira prova da temporada da Fórmula 1 veio com a conclusão das provas pelos dois carros da Toro Rosso e pela grande prova de Daniel Ricciardo, da RBR – posteriormente desclassificado por uma irregularidade no fluxo de combustível. E é direto da fábrica francesa que chegam os depoimentos mais otimistas para a sequência da competição.

– É justo dizer que estamos atrás da Mercedes nas retas, isso é óbvio. Nós sabemos como estamos longe, mas sabemos o que podemos conquistar para a próxima corrida para preencher a lacuna. Já temos os componentes necessários para alcançar essa recuperação, e é apenas uma questão de otimizar tudo e usar tudo à potência máxima. Nós apenas temos de corrigir a confiabilidade, a forma como usamos todas essas coisas juntas e tentar fazê-las funcionar – disse o chefe de operações da Renault, Remi Taffin, em entrevista ao site da revista “Auto Sport”.

Taffin lamentou que as Lotus de Romain Grosjean e Pastor Maldonado tenham se retirado da prova com problemas idênticos. No entanto, ele preferiu focar no aprendizado dos engenheiros da empresa proporcionado por estas diferentes situações.

– Foi como se tivéssemos feito quatro dias de testes em uma tarde. Vamos refletir em cima disto para Sepang e voltar melhores, mas digo que tivemos um desempenho de 50% pelo número de carros que tínhamos ao final da corrida. Metade deles foi bem, mas ainda não no nível em que esperávamos. Ainda temos um caminho pela frente.

A Fórmula 1 segue agora para a Malásia. Os carros desembarcam no circuito de Sepang, em Kuala Lumpur, para a segunda etapa da temporada. A corrida está marcada para o dia 30 deste mês e terá transmissão ao vivo da TV Globo. O GloboEsporte.com acompanha a prova em tempo real.

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