Presidente da Força Sindical do partido Solidariedade, em Mato Grosso, Manoel Dias disse que na próxima terça-feira (13) as lideranças do SDD se reunirão com o presidente da executiva nacional, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força. A reunião será para buscar um entendimento e resolver o impasse interno que se arrasta no diretório regional, com o presidente, o deputado estadual, Adalto de Freitas, o Daltinho. A crise teria começado após Datlinho tentar tirar o ex-prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio e Manoel Dias, da direção do partido.

No final do mês de março, no encontro da sigla, quasndo seria aprovada a composição da direção estadual, Pátio e Manoel, juntamente com várias lideranças tentaram “boicotar” o encontro e praticamente ninguém compareceu. A principal reclamação é a forma como Daltinho vem conduzindo os trabalhos à frente da presidência do diretório regional, bem como a centralização de decisões. Por conta disso, eles solicitaram a intervenção nacional. O presidente da Força Sindical destacou que acordos foram descumpridos. Ele destacou que SDD, em MT, nasceu das bases sindicais.

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“Fomos nós que trouxemos o partido, colhemos as assinaturas para a criação, então queremos estar inseridos no processo, de forma igualitária. Não podemos ter um partido com a grande envergadura que temos politicamente e não discutir de igual para igual. Nós, das bases sindicais, queremos ser inseridos dentro do processo para qualquer acordo, qualquer discussão e qualquer decisão. Fizemos um acordo e houve de certa forma, alguns desacordos. Mas estamos discutindo de forma bem cautelosa, juntamente com a direção nacional, para que nós possamos dar os devidos encaminhamentos, de forma bem precavida, para que o partido não seja um partido considerado de aluguel.”.

Mantendo um discurso ameno, Manoel Dias disse que não quer que o partido mostre uma imagem rachada. “Vamos fazer um acordo amigável, porque não podemos demonstrar que o partido, no momento de criar sua sustentação, ou seja, as bases, já têm a imagem de que nós estamos rachando. Na verdade, está faltando diálogo”.

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