Presidente da FETIEMT fala com trabalhadores - Foto: Assessoria
Presidente da FETIEMT fala com trabalhadores – Foto: Assessoria

Os mais de 150 funcionários que trabalharam na construção da linha de transmissão de energia entre os estados de São Paulo a Rondônia, e que foram demitidos a cerca de dois meses, continuam sem receber. A empresa paulista Alusa Engenharia, que é responsável pela obra afirmou hoje (30), que não tem condições de pagar os trabalhadores. A informação é do presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do Estado de Mato Grosso (FETIEMT), Ronei de Lima.

Nesta quarta-feira (29), os funcionários fizeram um protesto em frente aos alojamentos da empresa localizada em Jaciara (distante há cerca de), contudo, uma comissão de trabalhadores, juntamente com a FETIEMT e com responsáveis da Alusa se reuniram nesta quinta-feira para discutir o assunto.

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Os funcionários alegam que além de não receberem os acertos, empresa também deixou de pagar os alojamentos em hotéis e pousadas da cidade, além de parar de fornecer alimentação. Com isso, parte dos desempregados estão passando fome, entre eles mulheres grávidas.

“Tivemos uma reunião agora a pouco e a empresa admitiu que não tem dinheiro para pagar o grupo. Porém garantiram pagar a alimentação e estadia até a semana que vem”, lembrou.

Ainda conforme Ronei, a Alusa argumentou que tem um dinheiro para recebe e se caso isso acontece, irá quitar as dívidas no dia 7 do próximo mês.

“Não ficamos satisfeitos com a reunião porque acreditamos que a empresa já viria para fazer os pagamentos. Na segunda (03), vamos nos reunir novamente”, completou.

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Entre os trabalhadores estão motoristas, pessoal de escritório, do setor de logística e operadores, entre outros, onde 90% são de fora de Mato Grosso, principalmente da região Nordeste. Eles atuavam em canteiros de obra da empresa nas cidades de Jaciara, São José do Povo, Jangada e na Serra de São Vicente.

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