Os investigadores e escrivães da Polícia Civil vão se reunir na segunda-feira (26), às 14h, em uma assembleia geral para avaliar o que devem fazer em relação a resistência do governo do Estado que não quer atender à reivindicação de reajuste salarial de 5%. A categoria já deu sinal de que pode entrar em greve e isso pode ser a 1ª crise a ser enfrentada pelo novo governador Pedro Taques (PDT).

O ex-governador Silval Barbosa (PMDB) sancionou em 2014, a lei complementar 540 que trata da reestruturação da carreira dos investigadores e escrivães, ou seja, o reajuste salarial de 5% estava previsto para janeiro, porém, ao ser empossado Taques avisou aos representantes da categoria que não autorizaria o reajuste.

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O secretário de segurança pública, Mauro Zaque, marcou uma reunião às 14h30 com representantes dos sindicatos dos investigadores e escrivães para evitar qualquer possibilidade de paralisação.

Em Mato Grosso, são aproximadamente 1,7 mil investigadores lotados na Polícia Civil e 600 escrivães em atividade e outros 150 no curso de formação.

 

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