O total de 249 pessoas que tinham cargos comissionados foram demitidos pelo governador Pedro Taques (PDT). As vagas eram ocupadas nas mais diferentes secretarias, autarquias e o setor da vice-governadoria do Estado, porém a pasta mais atingida foi a de Infraestrutura e Logística, com 47 demissões. O decreto assinado circula no Diário Oficial desta quarta-feira (21).

Neste decreto, 15 pastas foram atingidas. A segunda com mais exonerações foi a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, comandada pelo maestro Leandro Carvalho, com 37 exonerações. Em seguida, vem a Secretaria de Cidades (Secid-MT), gerida por Eduardo Chiletto, com 32.

Entre outras está a Secretaria de Gestão, com 15 exonerações, Secretaria de Administração, 01, Secretaria de Agricultura Familiar, 06, Secretaria de Ciências e Tecnologia, 10, Secretaria de Desenvolvimento Econômico, 16, Secretaria de Educação, 02, Secretaria de Fazenda, 01, Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, 04, Secretaria de Meio Ambiente, 07, Secretaria de Planejamento, 01, Secretaria de Saúde, 08, e Secretaria de Trabalho e Assistência Social, 01.

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No gabinete da vice-governadoria foram contabilizadas 23 exonerações de servidores. Já nas autarquias, a mais atingida foi Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos (Ager), com 12 demissões. Entre outros está o Departamento de Trânsito (Detran-MT), com 06, Fundação Nova Chance, 01, Instituto de Defesa Agropecuária do Estado (Indea-MT), 08, Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-MT), 02, Loteria do Estado de Mato Grosso (Lemat-MT), 01, Procuradoria Geral do Estado (PGE-MT), 02, e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), 01.

Ainda dentro do plano de ‘corte de gastos’, Taques segue com o objetivo de terminar o ano com as contas no ‘azul’, e subtrair ao máximo o número de dívidas deixadas pela gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Desde o início do mandato, que começou no dia 1º de janeiro, foram contabilizadas mais de 500 exonerações de servidores comissionados do Estado.

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O número de demissões, até então, não corresponde a mesma proporção de nomeações do governador. Até esta data, Taques apenas nomeou cargos do primeiro e segundo escalão, além de alguns assessores.

Como havia afirmado em outra ocasião, o governador espera a aprovação da reforma administrativa, que deve passar pelo poder legislativo a partir do dia 1º de fevereiro, quando os parlamentares eleitos tomam posse, para cumprir a promessa de extinguir diversos cargos do executivo e colocar em prática o plano de enxugamento da máquina.

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