Fernando Alonso, enfim, deve fazer sua reestreia na McLaren no GP da Malásia do próximo fim de semana. O espanhol já viajou para Kuala Lumpur e a escuderia inglesa anunciou nesta segunda-feira que ele estará no cockpit do MP4-30 no Circuito Internacional de Sepang. Para isso, no entanto, ele ainda precisará ser aprovado pelos médicos da FIA em uma avaliação marcada para quinta-feira. Porém, a equipe confia que o piloto está preparado e os testes sejam mera formalidade.

– A McLaren-Honda tem o prazer de anunciar que, sujeito a uma avaliação médica de sucesso da FIA na próxima quinta-feira, dia 26 de março, no Circuito de Sepang, Fernando Alonso irá retornar ao cockpit de seu carro MP4-30 no GP da Malásia deste fim de semana. Fernando está muito ansioso para voltar ao carro e dar uma contribuição substancial aos esforços coletivos da Honda, para acelerar a melhoria necessária de nossa performance de pista – informou a equipe, através de comunicado.

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O bicampeão mundial havia sido vetado do GP da Austrália que abriu a temporada em razão de uma concussão decorrida do estranho acidente sofrido na pré-temporada, no circuito espanhol de Barcelona, em fevereiro. Na ocasião, Alonso ficou três dias internado e sofreu perda momentânea de memória.

– Desde seu acidente nos testes de Barcelona, Fernando seguiu um rigoroso programa de treinamento especializado, projetado e acompanhado de perto pelos principais cientistas do esporte para assegurar seu retorno de forma segura e oportuna para as corridas. No Centro de Tecnologia da McLaren, na semana passada, Fernando se reuniu com seus engenheiros e pilotou no simulador, para ficar atualizado com os últimos desenvolvimentos no chassi e no motor do MP4-30 – continuou a equipe.

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No comunicado, a McLaren revelou que Alonso lembrou ter sentido o volante pesado momentos antes da batida. Na ocasião, o espanhol perdeu repentinamente o controle do carro ao contornar a curva 3 do circuito de Barcelona, um trecho de alta velocidade, e bateu no muro interno do circuito. Enquanto surgiram especulações de desmaio e choque elétrico na época, a equipe creditou o acidente a uma forte rajada de vento.

– Como parte desse processo, ele passou um tempo com os engenheiros, discutindo sobre o acidente e revendo os dados e análises, todos os quais compartilhados com a FIA. Apesar de não haver nada evidente nos extensos dados de telemetria, nem nada anormal na subsequente reconstrução e nos teste laboratoriais, Fernando lembrou uma sensação de peso no volante antes do acidente. Consequentemente, o time adicionou um novo sensor no carro para aumentar a captura de dados.

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