Foto: assessoria
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Uma comissão formada por representantes de futuros moradores do residencial Maria José Fernandes de Souza, o Dona Fiúca, visitou na manhã desta terça-feira (30), ao lado de assistentes sociais que acompanham as famílias beneficiadas, técnicos da empreiteira responsável pela obra, da Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo e do Conselho Municipal de Habitação, abitaçãoHas 200 moradias do novo bairro.

A ação consiste não só em vistoriar a infraestrutura do novo bairro, como também fornecer ao grupo de moradores informações técnicas sobre a região para onde mudarão de maneira a torná-la ainda mais confortável e receptiva a todas as 200 famílias que se deslocarão até o Fiúca.

“Este encaminhamento com assistentes sociais é necessário porque lidamos com pessoas de baixa-renda e muita gente humilde que precisa estar amparado constantemente de informações sobre prazos e outras situações específicas. Sobre o Dona Fiúca, em si, estamos tendo um cuidado ainda maior porque é um projeto diferenciado, que atende famílias necessitadas e que virão de uma realidade totalmente diferente”, pontua a secretária-ajunta da pasta de Habitação e Urbanismo, Perpétua Stefanini.

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No Dona Fiúca se mudarão pessoas que vivem atualmente em situação de risco, às margens de rios e córregos de Rondonópolis no bairro Mamed, Boa Esperança, Estrela D’alva e Cidade Salmen. O pescador Igino de Lara Neto, de 51 anos, é um deles. Ele fez parte do grupo que vistoriou as casas nesta manhã e diz que está feliz com a mudança que fará junto com a mulher em breve.

“Moro na beira do córrego Piscina e graças a Deus nunca vivi um alagamento muito grande porque algumas rochas seguram a água em época de cheia. Ocorre que com a criação de novos bairros, cada vez está descendo mais enxurrada. Então logo chegaria um momento de muito perigo. Estou muito feliz em vir para o
Dona Fiúca, morar em uma casa nova e começar uma nova vida”, externou o pescador.
Maria Alessandra Rodrigues se mudará para o Fiúca com três filhos menores de idade. Aos 39 anos, a costureira, também moradora das margens do Piscina, diz que sua atual casa está próxima de cair. “Minha casa está com várias rachaduras e está a ponto de tudo desbarrancar. Vir para cá é um alívio para mim e para minha família”, diz.

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Recuperação
Logo que todas as famílias saírem dos locais irregulares onde moram e irem para o Dona Fiúca e ao Residencial Magnólia, ambos previstos para serem entregues em julho, segundo a Caixa Econômica Federal, a prefeitura vai por em prática o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas – Prad.

“As famílias saindo, demoliremos logo em seguida estas residências irregulares para evitar invasões. Faremos a reposição da mata nativa, construiremos áreas de lazer para a população, ciclovias, academias da terceira idade e muitas outras estruturas de embelezamento e de aumento da qualidade de vida não só da Mamed, de onde remanejaremos mais de 50 família, como do Boa Esperança e de vários outros lugares da Cidade Salmen e de outros locais”, explicou recentemente o prefeito Percival Muniz.

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