O telefone público, mais conhecido como “Orelhão”, deixará de existir por ser considerado ultrapassado. O Governo Federal considera esse serviço público inútil, já que a ‘nova era’ é ocupada por telefonia celular e a internet. Agora o Governo irá findar os contratos de concessão que regem a telefonia fixa.

As empresas atuais que tem contrato com o Governo são a Oi que está presente em quase todo território nacional, a Telefônica/Vivo que só presta esses serviços em São Paulo, a Sercomtel do Paraná e a CTBC/Algar Telecom presente na região do Triângulo Mineiro.

A proposta do Governo para essas empresas é que elas prestem o serviço por meio de autorização, assim como nos telefones celulares. A minuta de um decreto que permitirá esse serviço irá ficar pronta em dois meses.

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Já a Anatel, está trabalhando com a ideia de permanecer com os contratos em 5 % do território nacional, onde não há cobertura de celular nem telefones residenciais, só orelhões.

A mudança partiu de reivindicações das teles que acham o serviço ineficiente, onde gastam mais do que lucram por uma telefonia fixa de má qualidade. A partir disso, o Governo está avaliando o que as empresas estão devendo a União e irão findar com suas dívidas desde que utilizem o dinheiro para aprimorar os serviços.

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