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Moradores incendiaram 19 escolas na província de Limpopo, no norte da África do Sul, em manifestação contra mudanças nos limites territoriais municipais, que, segundo eles, vai piorar a prestação de serviços sociais, à medida que aumentam as tensões antes das eleições locais em agosto.

Partes de mesas de metal continuam firmes entre cinzas e escombros, que servem de testemunho para a raiva dos incendiários que atearam fogo à escola Vhudzani.

O colégio Vhudzani foi uma das 19 escolas completamente queimadas por moradores da região que protestam contra modificações dos limites municipais por medo de deixá-los em condições piores nos serviços básicos, como água e estradas.

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“Os serviços serão muito piores”, disse Tshanduko Mudau, de 18 anos, estudante de turismo, enquanto fumaça preta saía de trás dele na escola Mariadze, incendiada na quinta-feira.

As estradas para a região foram fechadas com pedras, galhos e destroços por manifestantes, que entraram em confronto com a polícia durante a noite. Diversas prisões foram efetuadas.

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