Um novo modelo de monitoramento de tornozeleiras eletrônicas em operação há duas semanas deve ajudar os órgãos da Segurança Pública de Mato Grosso na prisão dos reeducandos que estejam descumprindo as normas. Já foram realizados o cumprimento de 12 mandados de prisão, além de oito prisões em flagrante por roubo, tráfico de drogas, furto e Lei Maria da Penha em Cuiabá.

Desde julho, os 200 profissionais que atuam nos departamentos de Inteligência passaram a ter acesso compartilhado ao sistema de monitoramento. Até então, somente os 20 servidores da central operada pela Sejudh tinham acesso.

Com a alteração, o sistema passou a ser operado no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), onde é feita a verificação, em tempo real, da situação de cada usuário de tornozeleira em relação às regras de uso.

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Segundo o coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle da Sesp, coronel BM Marcos Roberto Weber Hübner, o trabalho terá repercussão direta nos índices de violência. “O trabalho realizado tem ajudado muito no combate aos índices de violência. Esta tecnologia é um fato positivo de atuação”.

Atualmente, cerca de 2,4 mil reeducandos do Sistema Prisional de Mato Grosso estão em liberdade com uso de tornozeleiras eletrônicas.

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