A Polícia Judiciária Civil e a Polícia Militar efetuaram, na quinta-feira (19), a prisão de um perigoso assaltante, com antecedentes criminais de roubo, furtos e ameaças, na cidade de Nova Canaã do Norte. A prisão de Celson Chauça foi decorrente do cumprimento de mandado de prisão, representado em investigações de roubo qualificado, com tentativa de morte da vítima.

Segundo o delegado de Nova Canaã do Norte, Ruy Guilherme Peral da Silva, o roubo aconteceu na noite do dia 27 de dezembro de 2016, por volta das 23 horas, na Rua Paraná, próximo a Pista do Laço. A vitima J. R. S., 53 anos, foi brutalmente agredida como coronhadas na cabeça, chutes, socos e tentativa de enforcamento.

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Na ocasião, a vítima estava deitada em sua cama quando foi acordada pelos suspeitos, que teriam lhe chamado batendo palmas. No momento em que abriu a porta de sua casa, foi surpreendida por dois homens, encapuzados de estatura mediana e de cor morena. Segundo a vítima, ambos trajavam camisetas preta e um estava em posse de uma arma de fogo, aparentando ser um revólver de cano curto e outro estava de posse de uma arma longa, supostamente uma espingarda.

O morador relatou que os bandidos tinham o conhecimento de que ele guardava uma quantidade em dinheiro, dentro da casa. Conforme ele, os assaltantes levaram sua carteira, um celular e aproximadamente R$ 2 mil. A vítima contou ainda que foi amarrada por fios de energia e também agredida pelos suspeitos com as armas que portavam.

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“Os policiais militares acionaram o atendimento medico local e a vitima foi encaminhada para o hospital local e posteriormente para o Pronto Atendimento do Hospital Regional de Colíder, para as mais providências de saúde. Essa vítima ficou vários dias internada correndo risco de vida ou de sequelas, em razão das agressões sofridas”, disse o delegado.

O delegado destacou que o suspeito foi indiciado por tentativa de latrocínio. “Restou inequívoca a vontade deste em ceifar a vida da vítima durante a subtração do bens”, declarou.

A pena para o crime hediondo é de 20 a 30 anos de reclusão.

“Esta prisão ressalta a importância do somatório de forças das Policias Civil e Militar. Quando trabalhamos juntos são mais fortes”, concluiu.

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