Lembra daquele velho ditado, “O mundo dá muitas voltas”? Pois então, ao que parece as articulações para formar uma frente de oposição ao governador Pedro Taques (PSDB), anda mesmo querendo que o mundo dê muitas voltas antes das eleições de 2018, para assim quem sabe entrar em campo outra velha máxima da política brasileira, “O povo tem memória curta”.

Pelo menos é assim que PMDB, PR, PP, PT e outros “Ps” nanicos querem que aconteça com o eleitor mato-grossense em 2018, pois senão vejamos: Em reunião comandada pelo cacique Carlos Bezerra (PMDB), com participação do senador Wellington Fagundes (PR) do deputado federal Ezequiel Fonseca (PP) e do PT, eles decidiram caminhar juntos para “fazer” o novo governador em 2018, muito bom, muito legítimo, mas daí acusar o governo Taques de fracassado, vai uma distância muito grande.

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Isso porque como todos sabem, PMDB, PR, PP e PT comandaram o estado juntinhos, com o ex-governador e agora reeducando Silval Barbosa (PMDB). O secretário de Saúde era o também reeducando Pedro Henry, na época filiado ao PP, no PT são tantos nomes que iriamos cometer uma gafe ao esquecer de citar algum nome importante da legenda, já o PR que é comandado por Wellington sempre foi em cima do muro.

Em algumas cidades de Mato Grosso, o ex-governo do cacique Bezerra, de Pedro Henry e Wellington Fagundes não só deixaram de fazer muitas obras, como largaram muitas delas pelo caminho. Um exemplo clássico para os habitantes de Rondonópolis é o córrego do Canivete. Obra lançada por Blairo Maggi, na época no PR, que foi herdada, por Silval, que entregou para Taques sem terminar, não será isso um sinal de fracasso?

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Tudo isso sem falar nas faraônicas obras da Copa do Mundo de 2014! Tudo bem, Taques não é aquela Brastemp, mas pelo menos o dinheiro não está indo pelo ralo e com certeza o eleitor vai fazer valer sua opinião, mostrar que a mentira tem perna curta e que fracassados são aqueles que só apontam problemas para viver do quanto pior melhor.

Imagem: Wellington Fagundes, Carlos Bezerra e Ezequiel Fonseca EM TEMPO

Para não dizer que não falamos dos três macacos, vai aqui a interpretação da velha sabedoria chinesa.

Segundo a religião budista, os gestos dos três macacos representam a divindade de seis braços Vajrakilaya, onde o principal ensinamento é não ouvir, ver ou falar mal, pois dessa forma, nós mesmos seremos poupados do mal. Trocando em miúdos, “quem fala o que quer ouve o que não quer”!

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