Imagem: Transexual é assassinada em Florianópolis
Reprodução/Facebook

A transexual Jennifer Celia Henrique foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (10) no bairro dos Ingleses, em Florianópolis (Santa Catarina), com “lesões” na cabeça. Segundo informações iniciais da Polícia Civil e relatos de amigos, Jenni, com era conhecida, foi assassinada por preconceito.

A Delegacia de Homicídios da Capital informou ao R7 que Jennifer foi encontrada com lesões na cabeça. As autoridades não detalharam as lesões e disseram que aguardam os resultados do IML (Instituto Médico Legal). Nas redes sociais, amigos relataram que ela foi morta a “pauladas”.

O assassinato causou comoção nas redes sociais, sobretudo na comunidade LGBT de Santa Catarina.

Jenni, que trabalhava com a venda de cosméticos, é descrita por amigos como uma pessoa “alegre”, “sorridente” e que “sempre via o lado bom da vida”.

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Outra amiga escreveu que hoje era um dia “de covardia…de preconceito…de injustiça… O que falar de vc??? So coisas boas… alegria.. força… amizade… coragem. Nem sempre o que nos convém serve pro outro… assim como o que é bom pro outro às vezes não nos convém… ser diferente não é ruim …a vida é feita de diferenças…vamos saber viver…amar… respeitar”.

O Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis e transexuais em todo o mundo. Em 2016, 343 pessoas foram assassinadas, segundo o Grupo Gay da Bahia, que faz um relatório anual dos assassinatos — sequer existem estatísticas oficiais sobre o assunto.

A transexual Jennifer Celia Henrique foi encontrada morta na manhã desta sexta-feira (10) no bairro dos Ingleses, em Florianópolis (Santa Catarina), com “lesões” na cabeça. Segundo informações iniciais da Polícia Civil e relatos de amigos, Jenni, com era conhecida, foi assassinada por preconceito.

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A Delegacia de Homicídios da Capital informou ao R7 que Jennifer foi encontrada com lesões na cabeça. As autoridades não detalharam as lesões e disseram que aguardam os resultados do IML (Instituto Médico Legal). Nas redes sociais, amigos relataram que ela foi morta a “pauladas”.

O assassinato causou comoção nas redes sociais, sobretudo na comunidade LGBT de Santa Catarina.

Jenni, que trabalhava com a venda de cosméticos, é descrita por amigos como uma pessoa “alegre”, “sorridente” e que “sempre via o lado bom da vida”.

Outra amiga escreveu que hoje era um dia “de covardia…de preconceito…de injustiça… O que falar de vc??? So coisas boas… alegria.. força… amizade… coragem. Nem sempre o que nos convém serve pro outro… assim como o que é bom pro outro às vezes não nos convém… ser diferente não é ruim …a vida é feita de diferenças…vamos saber viver…amar… respeitar”.

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O Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis e transexuais em todo o mundo. Em 2016, 343 pessoas foram assassinadas, segundo o Grupo Gay da Bahia, que faz um relatório anual dos assassinatos — sequer existem estatísticas oficiais sobre o assunto.

Dos 343 assassinatos de pessoas LGBTS no ano passado, 173 eram gays (50%), 144 (42%) trans (travestis e transexuais), 10 lésbicas (3%), 4 bissexuais (1%), além de 12 heterossexuais também em crimes homofóbicos — eram amantes de transexuais, chamados “T-lovers”.

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