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Juan Guaidó é recebido pelo ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Carlos Holmes Trujillo Garcia, ao chegar a Bogotá, na Colômbia — Foto: Cortesia da Presidência colombiana / Reuters

A Comissão Europeia reiterou a defesa nesta segunda-feira (25) por uma saída “pacífica, política e democrática” para a crise na Venezuela. “Devemos evitar a intervenção militar”, disse a porta-voz Maja Kocijancic em uma entrevista coletiva.

O apelo é feito pouco antes do encontro do Grupo de Lima, em Bogotá (Colômbia), que discutirá os próximos passos para lidar com a crise política no país depois do fracasso da operação de entrega de ajuda humanitária os venezuelanos no fim de semana nas fronteiras com o Brasil e a Colômbia.

Aliados de Maduro reprimiram violentamente as tentativas de comboios oposicionistas com alimentos e medicamentos de ingressar na Venezuela, a partir da Colômbia e do Brasil.

Grupo de Lima

O encontro do Grupo de Lima contará com a participação do líder da oposição e autoproclamado presidente, Juan Guaidó, e do vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence. Guaidó já pediu que “todas as opções permaneçam abertas” contra o presidente Nicolás Maduro.

Um representante sênior do governo americano afirmou que Pence anunciará “ações claras” ao se dirigir ao grupo, segundo a agência Deutsche Welle.

Maduro justifica a recusa da assistência por considerar que se trata de uma ação de propaganda política da oposição e de um primeiro passo para uma intervenção estrangeira no país.

O Grupo de Lima foi criado em 2017 por iniciativa do governo peruano com o objetivo de pressionar para o restabelecimento da democracia na Venezuela. Integram o grupo os chanceleres de: Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia.

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