23 de setembro de 2020
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    “MAHYAS”

    Polícia Civil deflagra operação de combate a roubo de gado

    A operação denominada “Mahyas” foi deflagrada para cumprimento de 54 ordens judiciais entre elas a suspensões de atividades comerciais em açougues que vendem carnes de animais de abatedouros clandestinos

    A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, deflagrou na manhã desta quinta-feira (19), operação com objetivo de cumprir 53 ordens judiciais, contra uma organização criminosa envolvida em crimes de roubos, furtos e receptação de gado em propriedades rurais da região metropolitana e interior do estado.

    Imagem: Roubo de gado Polícia Civil deflagra operação de combate a roubo de gado
    Operação contra o roubo de gado tem como objetivo cumprir 53 ordens judiciais. Foto: Assessoria/Polícia Civil-MT

    A operação denominada “Mahyas” foi deflagrada para cumprimento de 24 mandados de prisão preventiva, 19 mandados de busca e apreensão, sete sequestros de veículos e três suspensões de atividades comerciais em açougues que vendem carnes de animais de abatedouros clandestinos.

    Os mandados referentes a crimes de organização criminosa, roubo majorado e furto qualificado são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Nossa Senhora do Livramento, Acorizal, Jangada, Barra do Bugres e Nova Mutum.

    Entre os alvos está um policial militar da ativa e sendo o cumprimento da ordem judicial contra ele acompanhada pela Corregedoria da Polícia Militar.

    As investigações da Derf Cuiabá iniciaram há aproximadamente um ano, devido a complexidade dos trabalhos na zona rural. De acordo com os levantamentos, a atuação da organização criminosa causou um prejuízo de mais de R$ 3 milhões para as vítimas.

    Para praticar os crimes, o grupo criminoso rendia os moradores e funcionários, os mantendo em cárcere privado até realizarem a subtração dos animais, deixando a propriedade somente após o gado ser desembarcado no local em que ficaria escondido.

    Há crimes que os criminosos permaneceram mais de dois dias na propriedade, obrigando funcionários a preparar as refeições para eles. Em alguns casos, eles aproveitavam para subtrair tratores e equipamentos da propriedade.

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