17 de abril de 2021
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    ANIVERSÁRIO DE RONDONÓPOLIS

    Conheça as comidas que já fazem parte da rotina dos rondonopolitanos

    Rondonópolis completa hoje (10) 67 anos de emancipação e como em toda cidade que se preze tem boas comidas. Alguns pontos, por mais simples ou pequenos que sejam, acabam ‘fisgando’ clientes e virando rotina na vida dos moradores por seu tempero e atendimento especial.

    A lanchonete do conhecido Seu Osmar é uma delas. É difícil encontrar na cidade alguém que não tenha experimentado seus famosos salgados.

    Imagem: Venda de salgados Conheça as comidas que já fazem parte da rotina dos rondonopolitanos
    estabelecimento dele  já virou ponto de referência Vandréia de Paula/ TV CIDADE RECORD

    O estabelecimento dele tem 23 anos e já virou ponto de referência. Ele contou que apesar de levar o nome, é a esposa, Dona Regina, quem prepara os salgados. Além do mais, agora o comércio já virou ‘negócio da família’ já que a filha, o genro e os netos também trabalham no local.

    Outro ponto muito conhecido, principalmente pelos amantes de espeto, é o ponto do Seu Cido. Edgar Santos já assa os espetos no local há 10 anos e o trabalho é corrido, já que por dia são vendidos 80 kg de carne entre as 6h e o meio-dia e ele garante que é o melhor da cidade “Quem vem aqui sempre volta, não tem jeito. É o melhor que tem” disse.

    Imagem: Assando espetinhos Conheça as comidas que já fazem parte da rotina dos rondonopolitanos
    Quem vem aqui sempre volta, não tem jeito  Vandréia de Paula/ TV CIDADE RECORD

    Outro ponto que é mais distante do centro, mas muito conhecido e movimentado é o pastel do Zé, que fica às margens da BR-364. Por dia, são cerca de 300 pasteis vendidos e aos sábados eles precisam, inclusive, distribuir senha para manter o controle.

    Imagem: Pastel Conheça as comidas que já fazem parte da rotina dos rondonopolitanos
    Aos sábados eles precisam, inclusive, distribuir senha para manter o controle. Vandréia de Paula/ TV CIDADE RECORD

    Eliane Maciel é filha do casal que tem o comércio há 30 anos. Ela, devido à pandemia, não conseguiu emprego e resolveu ir trabalhar com os pais. A tarefa é distribuída, enquanto o pai, Zé, faz os pasteis, a mãe, Solange, e ela vendem e atendem no trailer.

    Evair Silva é um cliente assíduo e afirmou que apesar de andar toda a cidade, o pastel é um dos melhores que já comeu e por isso anda quilômetros para se deliciar.