21 de junho de 2021
Mais
    Capa Destaques Procon divulga pesquisa de preços de combustíveis em Rondonópolis
    MONITORAMENTO

    Procon divulga pesquisa de preços de combustíveis em Rondonópolis

    Para efeito de comparação e análise, o Procon de Rondonópolis realizou entre os dias 03 e 11 de maio uma pesquisa de preço de combustíveis em 10 estabelecimentos na cidade. A pesquisa verificou os preços da gasolina, etanol e diesel comuns e aditivados.

    Procon Rondonópolis- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
    Procon Rondonópolis- Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

    O Procon orienta o consumidor a pesquisar o preço do combustível antes de abastecer. O objetivo do levantamento do setor de fiscalização do órgão municipal é o de realizar a coleta dos preços para coibir eventual abuso que possa ser praticado no mercado de consumo, promover a concorrência entre os postos de combustíveis instalados na cidade, estimulando o consumidor a pesquisar os valores dos produtos praticados nas bombas.

    “Estaremos (Procon) realizando esta pesquisa de forma contínua e nas elevações de valores detectadas, o Procon vai pedir nota fiscal da aquisição junto ao distribuidor para verificar uma justa causa para o reajuste”, comentou a fiscal do órgão, Lucia Melo.

    De acordo com o levantamento, o litro do etanol comum foi que apresentou a maior variação de preço entre o maior e o menor preço. O etanol comum foi encontrado com preços entre R$ 3,49 e R$ 3,99, o que corresponde a 14,29%.

    A menor diferença detectada foi no preço do diesel aditivado, encontrado com o preço entre R$ 4,599 e R$ 4,999, uma variação de 8,698%. Já o diesel comum de R$ 4,499 e R$ 4,940; 9,802%.

    A Gasolina, por sua vez, apresentou preços de R$ 5,199 e R$ 5,799; 11,368% de variação na comum. A aditivada foi encontrada na bomba com preços entre R$ 5,199 e R$ 5,799; 11,541%.

    Novos segmentos

    A cada semana o Procon deve soltar uma nova tabela com referencial de preços ao consumidor. Estão sendo avaliados ainda os segmentos de supermercados, farmácias, materiais de construção e postos de combustíveis. Esses estabelecimentos foram escolhidos por serem os campeões de reclamação em relação a preço altos cobrados na cidade.