
Com o início da colheita de milho no Mato Grosso, agricultores celebram o bom desenvolvimento da segunda safra 2025/26. Segundo o boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), o Estado deve cultivar cerca de 7,39 milhões de hectares de milho, mantendo a posição de maior produtor nacional do cereal. Esse otimismo foi acompanhado de perto na última semana pelo time técnico da divisão de sementes da Syngenta, com franqueados das marcas Nidera e NK. O tour visitou lavouras de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum e Campo Novo do Parecis, na região da BR-163.
Apesar de oscilações climáticas no início do plantio, com altos índices de chuva que prejudicaram a absorção de nutrientes no solo, e desafios fitopatológicos, como os grãos ardido causados por doenças como a Diplodia, a expectativa é que a safra seja de altas produtividades, principalmente nas áreas com os materiais Nidera e NK. Segundo o Diretor de Agronomia da Syngenta Seeds, Fabricio Passini, a região do Mato Grosso se diferencia pelo alto nível de investimento, com adesão a tecnologias que alavancam a produção e a qualidade dos grãos, apesar das adversidades.
“A safrinha está evoluindo todos os anos. O agricultor, principalmente no Mato Grosso, já entendeu que investir em híbridos selecionados, com uma boa preparação de plantio e manejo fitossanitário bem posicionado, contribui muito para a rentabilidade. Com o aumento da demanda em indústrias em expansão, como a do etanol, o milho está cada vez mais se tornando protagonista da nossa agricultura, ao lado da soja. É um prazer estar em contato com os times técnicos e franqueados para ver esse trabalho sendo conduzido”, afirma Passini.
A colheita de milho no MT já começou no final de maio, com uma produtividade estimada em 118,71 sacas por hectare, segundo o IMEA. O tour técnico das marcas Nidera e NK continuará rodando pelo Brasil nas próximas semanas, em regiões do Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.


