
Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas e paisagens cercadas de mistério têm impulsionado o crescimento do ufoturismo em Mato Grosso. O segmento, que ainda está em fase de estruturação, foi destaque na FIT Pantanal 2026, realizada em Cuiabá, durante a II Jornada Brasileira de Ufoturismo.
Pesquisadores e representantes do setor apontam que o Estado reúne características que favorecem o desenvolvimento dessa modalidade turística, como registros históricos de supostos avistamentos e locais cercados por narrativas místicas.
Entre os destinos mais associados ao tema estão a Serra do Roncador e o Discoporto, em Barra do Garças, além do Morro do Pião, em Tesouro, e da Caverna Aroe Jari, na Chapada dos Guimarães.
Segundo especialistas, o interesse crescente por experiências temáticas e turismo de nicho abre espaço para que Mato Grosso se consolide como referência nacional no segmento, ampliando o fluxo de visitantes e diversificando a atividade turística no Estado.


