Fruto direto do impacto transformador das políticas públicas de acesso à educação e de combate à pobreza, Padre Sebastião (PSD) consolida sua candidatura a deputado estadual por Mato Grosso, apresentando propostas voltadas ao fomento de programas sociais a pessoas de baixa renda. O projeto que fundamenta sua candidatura está estruturado em cinco eixos estratégicos voltados ao desenvolvimento humano, social e econômico do estado: saúde, educação, infraestrutura, assistência social, segurança pública e lazer (esporte, cultura e turismo).

Entre as prioridades do plano de governo estão a expansão de programas educacionais, a descentralização da saúde pública e os investimentos em infraestrutura para integrar municípios e assentamentos rurais.
Vindo de uma família humilde de 14 irmãos oriundos de Manhuaçú, interior do estado de Minas Gerais, o candidato defende que a presença do Estado pode alterar o destino de uma família. Beneficiado na infância pelo antigo programa Bolsa Escola, que há 22 anos foi unificado junto a outros programas sociais que resultaram no Bolsa Família, Padre Sebastião afirma que seu percurso acadêmico foi amparado por iniciativas de inclusão, como o ProUni, instituído em 2005 durante o primeiro governo Lula, e a bolsa permanência no ensino superior.
“A política não existe para servir a interesses individuais ou ser balcão de empregos, mas para transformar vidas. É um erro profundo virar as costas para as políticas públicas que nos deram uma oportunidade no passado, em vez de estender a mão para quem mais precisa hoje. O poder público precisa focar em quem mais necessita — caso contrário, a desigualdade nunca terá fim”, afirma Padre Sebastião.
Durante visitas aos assentamentos rurais no Vale do Araguaia, o candidato destacou os avanços regionais na educação com a chegada do Instituto Federal (IFMT) no município de Confresa, que hoje atende filhos de pequenos produtores e trabalhadores rurais. No entanto, ele reforça que ainda há um longo caminho a percorrer para garantir oportunidade na educação para todos os mato-grossenses.
“Moro há 12 anos na região Araguaia e pude observar, durante minhas ações políticas, sociais e paroquiais, que a expansão do ensino público também transformou a realidade local. Se há duas décadas a oferta de curso superior era escassa ou inexistente na região, a chegada de instituições, como o Instituto Federal em Confresa, passou a garantir o acesso à educação para jovens de famílias assentadas”, disse.


