O que pode ser não só uma mudança no staff, mas, uma ruptura política com o grupo do ex-governador Blairo Maggi (PR), pode estar a caminho, já que existe a possibilidade de uma reforma no secretariado do governador Silval Barbosa (PMDB).

Entre os nomes que são cotados para deixar o governo estão o do Coronel Alexander Maia (PR) do Meio Ambiente e Arnaldo Alves (PR) dos Transportes e Pavimentação Urbana (SETPU), além de Márcia Vandoni que está na Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados (Ager) desde o governo Maggi.

A única troca que pode acontecer no primeiro escalão que não teria ligação com Maggi, seria a da secretária de Educação, Rosa Neide Sandes (PT), que seria substituída pelo ex-secretário Ságuas Moraes, que perdeu o mandato de deputado federal para o tucano Nilson Leitão.

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Para a pasta do Transporte o nome mais indicado é do deputado estadual, Sebastião Resende (PR), No lugar de Márcia, o substituto deve ser o ex-deputado estadual e secretário-adjunto na Casa Civil, Benedito Pinto, Ságuas também teve o nome cotado para assumir a Seema no lugar de Maia.

No segundo escalão é tida como certa a saída do secretário adjunto de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), Elio Rasia, que foi secretário de Desenvolvimento Econômico do ex-prefeito rondonopolitanos, Adilton Sachetti (sem partido), amigo íntimo do ex-governador.

A pressão pela queda dos secretários vem principalmente da Assembleia Legislativa, onde o presidente, José Riva (PSD), tem feito críticas contundentes ao secretário, Arnaldo Alves.

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NA SAÚDE

O deputado federal licenciado Pedro Henry (PP) pode ser outra baixa no governo Sival, onde ocupa a Secretaria de Saúde, a possibilidade é de que o secretário e deputado federal, volte ao Congresso para engrossar o bloco de apoio ao ministro das Cidades, Mário Negromonte, também do PP.

O ministro está sendo acusado de comprar apoio dos seus colegas no Congresso, para se manter no cargo.

A denúncia foi feita na revista Veja desta semana e cita o mato-grossense Henry com um dos nomes que retornariam a Câmara para formar um bloco de apoio ao ministro.

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