O prazo de teste para os banheiros químicos que haviam sido instalados provisoriamente em pontos estratégicos de Rondonópolis terminou. Os banheiros ficaram pouco mais de um mês para ver qual seria a reação da população, mas terminado o teste os rondonopolitanos voltaram a ficar sem esse “benefício”.

O sócio proprietário da empresa que havia cedido os banheiros, Idiova Rodrigues, explicou que os sanitários tiveram uma boa aceitação da população e que devido ao uso ostensivo era necessário fazer a limpeza diariamente. De acordo com Idiova os banheiros das Praças dos Carreiros, Brasil e da Saudade foram os mais utilizados.

Para o sócio proprietário só na área central seria preciso 20 banheiros químicos para atender a demanda. Segundo Idiova  a Prefeitura de Rondonópolis gastaria por mês R$ 450 com o aluguel e manutenção de cada unidade. “A empresa fica responsável pelos produtos como papel higiênico, água e pela higienização”, diz.

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O Secretário de Meio Ambiente, Luiz Divino Gobbis Gonçalves de Araújo, explicou que vê os banheiros químicos como uma coisa boa para a população, já que não há outra opção disponível. Luiz afirmou que agora depende da prefeitura para ver se vai aderir ou não aos banheiros químicos. “É preciso passar por um processo, inclusive por licitação para a escolha de uma empresa que forneça o serviço”, fala.

 

 

 

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