Mulheres protestam contra casos de estupro na Índia no dia 15 de janeiro (Foto: Sajjad Hussain/AFP)
Mulheres protestam contra casos de estupro na Índia no dia 15 de janeiro (Foto: Sajjad Hussain/AFP)

O pai da estudante indiana que morreu depois de sofrer um estupro coletivo em um ônibus de Nova Délhi pediu nesta segunda-feira (21) na abertura do julgamento dos acusados uma sentença rápida e exigiu a forca para os autores da agressão.

“O tribunal e os juízes têm o dever de pronunciar rapidamente uma sentença e que todos os homens sejam enforcados”, disse na abertura do julgamento dos cinco supostos autores do estupro em um tribunal da capital federal indiana.

“Nenhum homem tem o direito de viver depois de ter cometido um crime tão abominável”, acrescentou o pai da vítima, cujo nome não pode ser revelado de acordo com o que rege a lei indiana nos casos de estupro.

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Já o Tribunal Supremo disse que iria estudar a possibilidade de realizar o julgamento fora de Nova Délhi a pedido de um dos acusados, Mukesh Singh, que teme não poder ter um julgamento justo pela comoção provocada na sociedade provocada pelo caso.

A vítima, uma estudante de fisioterapia de 23 anos que voltava do cinema com o namorado, foi estuprada várias vezes em um ônibus, agredida sexualmente com uma barra de ferro e depois lançada para fora do veículo seminua.

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