Anderson Silva deixou o octógono do UFC 162 sem cinturão, com o primeiro nocaute tomado na carreira e a queda no ranking peso por peso da organização para o terceiro lugar. Mas em outra lista, a das bolsas que o evento paga para seus competidores, a bolada que ele recebeu para lutar fez com que ele vire o brasileiro mais bem pago da história do Ultimate.

De acordo com um estudo feito pela empresa brasileira de auditoria BDO e atualizado a pedido do blog, Anderson agora lidera entre os brasileiros com o maior salário. Ele ganhou R$ 1,35 milhão (US$ 600 mil) pela participação, valor que seria ainda maior caso vencesse e recebesse um bônus pelo resultado.

Leia também:  Circuito de Tênis começa nesta quarta em Cuiabá

Na comparação com Minotauro, agora Anderson aparece com US$ 3,471 milhões, contra US$ 2,89 milhões do baiano. O terceiro colocado entre os brasileiros é Vitor Belfort, com US$ 2,494, de acordo com a BDO – que leva em conta os dados do UFC e do renomado site MMA Manifesto.

É bom sempre lembrar que as bolsas que o UFC paga não são fonte exclusiva de ganhos dos lutadores e estão longe de ser o valor que eles realmente recebem por luta. Há em alguns casos porcentagem na venda de PPVs e todos os ganhos com patrocinadores, por exemplo, que não estão neste cálculo.

Anderson é o primeiro brasileiro na lista, mas apenas o sétimo no ranking “mundial” de bolsas, contando todos os lutadores. Chuck Liddell lidera, com US$ 4,32 milhões, seguido por Tito Ortiz. Líder entre os atletas em atividade, Georges St-Pierre aparece em terceiro.

Leia também:  União joga domingo diante do Sinop no Luthero Lopes

Com a revanche contra Chris Weidman marcada para 28 de dezembro, em Las Vegas, Anderson deve passar com facilidade Rashad Evans e Rampage – que não é mais da organização – para entrar no top 5 das maiores bolsas do UFC.

 

Advertisements

Comentários

*Os comentários aqui publicados são de responsabilidade dos usuários e não representam a opinião do site.