Lacre da Secretaria no portão da empresa - Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT
Lacre da Secretaria no portão da empresa – Foto: Ronaldo Teixeira / AGORA MT

A empresa Toldos Rondonópolis, especializada em serviços de fachadas e publicidades, foi interditada pelos agentes fiscais da secretaria de Receita, no início desta semana. O mesmo estabelecimento possui inúmeras reclamações de clientes insatisfeitos com os serviços prestados. De 2012 para cá, cerca de 45 queixas foram feitas no Órgão de Defesa do Consumidor, o Procon.

Como o processo é público, ao ser questionado pela reportagem do Site AGORA MT, o coordenador da entidade, Juca Lemos, informou a situação da empresa. Ele explica que metade destas reclamações já foram sanadas e que o órgão irá reunir o restante de usuários que ainda não foram atendidos para tentar um acordo entre as partes.

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“Mesmo os que entraram na justiça, peço que procure o Procon, pois vamos tentar viabilizar os acordos. Os proprietários da empresa têm demonstrado interesse em resolver estas pendências”

De acordo com Juca Lemos, a ocasião serve de exemplo para as demais empresas rondonopolitanas que não cumprem com os serviços estabelecidos aos clientes.

Ainda conforme o coordenador, no momento da interdição, cerca de 30 pedidos de serviços foram encontrados no interior da empresa, boa parte com o prazo de entrega ‘quase’ vencido. “São pedidos que possivelmente podem virar novas reclamações”, acrescentou.

NOVOS CAMINHOS

Uma reunião realizada na tarde de hoje (11) na Secretaria Municipal de Receita, entre os proprietários do comércio e o Procon, resultou em mais um acordo de flexibilização.

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Ficou definido que a Toldos Rondonópolis ficará parcialmente interditada até 31 de dezembro de 2014. A empresa terá a liberdade de finalizar os trabalhos que já estão em andamento, entretanto, não poderão firmar novos contratos.

OUTRO LADO

O advogado da Toldos Rondonópolis, José Sérgio Martins Ribeiro, informou por telefone que a empresa não tem nada a declarar, uma vez que o motivo da interdição ainda será apurado. “Depois que soubermos o porque da interdição é que vamos pronunciar algo, até lá vou verificar se a decisão tomada pelo Município foi arbitrária”, afirmou.

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