Maria Aparecida Ribeiro fala em reunião sobre Violência Doméstica - Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
Maria Aparecida Ribeiro fala em reunião sobre Violência Doméstica – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

A 2º etapa da Campanha Nacional Contra Violência Doméstica idealizada pela ministra Carmen Lúcia Antunes Rocha, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), chegou a Rondonópolis. O evento de abertura realizado hoje (03) no fórum reuniu autoridades e pessoas ligadas a temática. A campanha segue até o dia 7 deste mês.

DesenbargadoraMaria Aparecida Ribeiro - Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
DesenbargadoraMaria Aparecida Ribeiro – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

De acordo com a desembargadora Maria Aparecida Ribeiro (foto ao lado), na 1ª fase, Mato Grosso foi o Estado campeão, realizando 33 audiências durante o período da campanha. A proposta agora é superar este número.

“A meta é reduzir o índice e passar as partes a perspectiva de paz em família”, ressaltou ela.

Juiz Carlos José Rondon - Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
Juiz Carlos José Rondon – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

O juiz titular da vara contra violência doméstica de Rondonópolis, Carlos José Rondon Luz (foto ao lado), afirmou que o trabalho consiste na integração de todas as partes, como a vítima ou agressor.

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“Também contamos com a integração da de outros órgãos com ações contínuas que visa estreitar os laços entre a família e fortalecer a paz”, argumentou o magistrado.

Wagner Plaza explica sobre sobre o projeto Rede de Frente Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
Wagner Plaza explica sobre sobre o projeto Rede de Frente Foto: Varlei Cordova/AGORAMTAMT

 

O evento também contou com a presença do juiz Wagner Plaza (foto ao lado) de Barra do Garças que veio apresentar a experiência que tem sobre a violência doméstica. Por lá, o judiciário colocou em prática a Rede de Frente, que é a Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher e Barra do Garças e Pontal do Araguaia.

O projeto tem parceria com 20 instituições e a participação até da rede pública de ensino. Segundo Wagner, o trabalho já resulta em bons frutos. O número é reincidentes é de apenas 6%, menor que a média do brasil.

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“Houve também um grande aumento de inquéritos. De uma média de 160, no ano passado fechamos com 403. O número alto não significa que a violência aumentou, mas sim que as pessoas têm sido mais informadas e assim procurando seus direitos”, explicou o magistrado.

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