Em 19 dias, as forças de segurança de Mato Grosso prenderam 1.078 pessoas na operação Carga Máxima no interior do Estado. A ação integrada começou no dia 28 de janeiro em 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps). A operação é realizada pelas forças de segurança da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Polícia Militar (PM) e Polícia Judiciária Civil (PJC).

Além das prisões, foram apreendidas uma carga de fertilizante e herbicidas avaliada em R$ 10 milhões, 12 toneladas de dinamite, mais de 70 kg de drogas, 3.684 munições, 156 armas, 264 veículos, R$ 108.985,90 em dinheiro e US$ 339 mil. Equipamentos eletrônicos, celulares, televisores e balança de precisão, dentre outros objetos, também foram apreendidos.

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O resultado parcial é do dia 28 de janeiro a 15 de fevereiro. No interior, as ações são realizadas nas Regiões Integradas de Segurança Pública (Risps) de Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Vila Rica, Nova Mutum, Juína, Guarantã do Norte, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.

“As polícias estão trabalhando fortemente. Temos policiais comprometidos que estão na linha de frente no combate ao crime. Vamos continuar cumprindo nossa missão em defesa da sociedade”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Fábio Galindo Silvestre.

Apreensões de fertilizante e dinamite

Os defensivos agrícolas foram apreendidos no município de Sinop (500 km ao Norte), Guarantã do Norte, Alta Floresta e Lucas do Rio Verde. Quatro cargas foram apreendidas totalizando cerca de R$ 10 milhões. Foram presos o suspeito de liderar a quadrilha criminosa e outro integrante do grupo. A apreensão aconteceu no dia 02 de fevereiro.

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No dia 09 de fevereiro, dois caminhões carregados com dinamite foram apreendidos na região da Serra do Cachimbo, em Guarantã do Norte (715 km ao Norte). Durante pesagem no posto fiscal, na divisa do Estado de Mato Grosso com o Pará, os caminhões foram vistoriados e os fiscais constataram que a quantidade de dinamite apontada na nota fiscal estava diferente da carga transportada.

Uma carreta apresentou nota fiscal de 12 mil quilos de dinamite e transportava 9 mil quilos. A outra deveria transportar 5 mil quilos, conforme a nota fiscal, mas somente 3 mil foram encontrados. A Polícia Civil de Guarantã do Norte foi acionada e fez a apreensão da carga e a prisão em flagrante dos motoristas por transporte irregular de material explosivo e falsidade ideológica, em razão do nome do motorista ser diferente do que constava em uma das notas fiscais.

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