Inqueritos contra Jaqueline Prado - Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
Inqueritos contra Jaqueline Prado – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

Jaqueline Prada de Moraes, 23 anos, foi presa por suspeita de participação em golpes do falso médico, do envelope falso e receptação. A prisão foi realizada na manhã dessa quarta-feira (04) pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf), no bairro Dom Ozório 2, em Rondonópolis (MT) onde a suspeita mora.

Jaqueline Prado de Moraes - Foto: Varlei Cordova/AGORAMT
Jaqueline Prado de Moraes – Foto: Varlei Cordova/AGORAMT

A mulher já vinha sendo investigada por compor uma quadrilha que aplica golpe tanto em Mato Grosso como também em outros estados. Em um de dois casos, ela utilizou a conta de sua tia para ser depositado dinheiro de vítimas do golpe do falso médico. Jaqueline é acusada de sacar o dinheiro e depositar em outras contas.

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Outro golpe que a Derf investiga é à uma empresa de São Paulo, em que a suspeita é apresentada como diretora financeira de uma empresa chamada Marajoara, do norte de MT, onde outros criminosos, ainda não identificado, simularam a compra de um maquinário no valor de R$ 43 mil e depositaram um envelope vazio no valor de R$ 23,980 na conta da empresa paulista e ligou para a empresa relatando que fez um depósito errado e pediu o estorno para uma outra conta, sendo que a conta era no nome da Jaqueline, apresentada como parte da diretoria da Marajoara.

A Polícia conseguiu realizar a prisão da mesma, após ela estar em posse de uma motocicleta furtada no dia 28 de março, no Conjunto São José 2, sendo no mesmo dia que foi registrado um dos golpe do falso médico em Cuiabá (MT), onde uma vítima depositou uma quantia de R$ 1,500.

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O investigador da Derf relatou que apesar desses crimes serem velhos conhecidos da população ainda tem muitas pessoas que acabam caindo neles, “ nós aconselhamos as pessoas a procurarem a Polícia quando receber uma ligação de algum possível médico para realizar depósitos, porque nenhum médico que se preze irá ligar para pedir para dinheiro”, orientou o investigador.

 

 

 

 

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