Mosquito transmissor - Foto: Divulgação
Mosquito transmissor – Foto: Divulgação

Mato Grosso já registrou 26.075 casos de dengue em 2016. Nos primeiros oito meses de 2015, foram 23.067 notificações, o que representa um aumento de 13%. Diante do aumento no número de casos notificados, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) reforça o alerta para intensificar as ações de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus.

Em relação ao zika vírus, são 24.309 casos suspeitos no Estado este ano. Devido à incidência, Mato Grosso está com risco alarmante, com 744 casos por 100 mil habitantes. No mês de agosto 12 municípios notificaram a doença e a maior incidência foi registrada em Ipiranga do Norte e em Ribeirão Cascalheira.

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Em 2016 já foram registrados 1.396 casos suspeitos de febre chikungunya, o que representa uma incidência de 43 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Para reduzir os impactos causados pelo mosquito Aedes aegypti, a SES alerta os municípios para que mantenham a rede atenta para o diagnóstico precoce da doença e o manejo correto para que mortes sejam evitadas.

Além disso, devem ser desenvolvidas ações de mobilização, inspeções domiciliares para eliminação de criadouros, atividades educativas para orientar a população sobre como evitar focos do vetor e também aplicação de inseticida para eliminação de insetos adultos.

A SES também alerta a população para combater o mosquito. O Estado monitora semanalmente a progressão dos casos e orienta os municípios nas ações, mas 80% dos criadouros do mosquito estão nas residências.

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