De acordo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, a manutenção dos direitos políticos de Dilma é bizarra e extravagante. Para ele se penas são autônomas, o Senado poderia ter aplicado à petista somente pena de inabilitação, mas mantendo-a no cargo.

O ministro disse ainda que a decisão do parlamento “não passa na prova dos 9 do jardim de infância do direito constitucional”. “É, realmente, do ponto de vista da solução jurídica, parece extravagante”, argumentou o ministro.

“Há uma singularidade que eu acho que a gente tem de discutir. O que se fez lá (no Senado) foi um DVS (destaque para votação em separado), não em relação à proposição que estava sendo votada, mas em relação à Constituição. O que é, no mínimo, pra ser bastante delicado, bizarro. Fazer um DVS em relação à própria norma constitucional”, comentou

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