Imagem: leguminosas
Leguminosas merecem mais espaço no prato, afirmam cientistas espanhóis (Foto: Alex Silva/A2 Estúdio)

Eis a façanha das leguminosas, grupo que reúne feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico. Cientistas da Universidade Rovira i Virgili, na Espanha, recrutaram 3 349 pessoas inicialmente livres do diabetes tipo 2. Os voluntários formavam dois grupos: com baixo e alto consumo desses alimentos, que são ricos em fibras, proteínas e antioxidantes.

Após quatro anos, os estudiosos notaram que a última turma tinha um risco 35% menor de ver o açúcar sobrar no sangue. “A lentilha e o grão-de-bico foram os mais benéficos”, diz Lívia Porto, endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista.

O mais bacana é que a ingestão considerada elevada era de 3,3 vezes por semana. “Não é muito”, avalia a médica. Lívia frisa, porém, que, no estudo, as leguminosas substituíam parte da proteína animal (carne, ovo…) ou dos carboidratos (arroz e massas).

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