Cartazes com reivindicações dos alunos da UFMT - Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Cartazes com reivindicações dos alunos da UFMT – Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Depois de mais de 20 dias de reivindicação contra a possibilidade de aumento nos valores da refeição servida no Restaurante Universitário (RU), os alunos do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Rondonópolis decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão ocorreu durante uma assembleia que ocorreu nesta terça-feira (15).

Alunos da UFMT bloqueiam a entrada contra o aumento do bandeijão - Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Alunos da UFMT bloqueiam a entrada contra o aumento do bandeijão – Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Conforme informações, os estudantes seguem paralisados até que a administração da Universidade consiga negociar o valor da alimentação com os estudantes.

A secretária do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Luana Caroline Kawamura Lopes, disse que os alunos já estavam parados, mas que agora é por tempo indeterminado. Ela ainda disse que a reitora da UFMT, Myriam Serra, deve comparecer no campus na próxima semana.

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Alunos da UFMT fecham a entrada em protesto contra o aumento das refeições no RU - Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Alunos da UFMT fecham a entrada em protesto contra o aumento das refeições no RU – Foto: Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Já faz alguns dias que os estudantes armaram barracas na entrada da Universidade. Estudantes e funcionários são obrigados a deixarem os veículos do lado de fora do campus e só é permitida a entrada de pessoas a pé no local.

Atualmente, os estudantes de todos os campi pagam R$ 0,25 pelo café da manhã e R$ 1 para almoço e jantar. Os valores seriam reajustados para R$ 5 o almoço e a janta e para R$ 2,50, o café da manhã.

Alunos da UFMT reunidos no anfiteatro - Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO
Alunos da UFMT reunidos no anfiteatro – Foto : Varlei Cordova / AGORA MATO GROSSO

Nos outros campi, os universitários também protestam contra o aumento.

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