Imagem: Ponte de madeira que da acesso as comunidades Olga Benario e Chico Mendes
Ponte de madeira que da acesso as comunidades Olga Benario e Chico Mendes – Foto: Você Repórter

Os moradores das comunidades Aldeinha, Bananal e Olga Benário, da cidade de Rondonópolis, estão praticamente ‘ilhados’. A ponte que faz a ligação da linha escolar entre as comunidades está praticamente interditada e corre o risco de cair. Com isso, o ônibus que fazia o transporte dos estudantes das comunidades até o assentamento Chico Mendes parou de circular e pelo menos 40 alunos da região estão sem ir à escola.

Está não é a primeira vez que os alunos das comunidades ficam sem aula, no início deste ano, por cerca de 15 dias os alunos ficaram sem poder ir à escola, devido o mesmo problema com as pontes. Essa estrada está ligada a BR-130.

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Imagem: Ponte de madeira que da acesso as comunidades Olga Benario e Aldeinha
Ponte de madeira que da acesso as comunidades Olga Benario e Aldeinha – Foto: Você Repórter

A moradora Sandra Brunelli informou que já tentou tomar as medidas cabíveis, porém, não teve sucesso. “Nossos filhos ficam sem aula e são prejudicados nos dias das provas, todos os órgãos que liguei, joga a responsabilidade para o outro, estamos cansados de sermos esquecidos”, pontua moradora e responsável por aluno.

A reclamação inclui a ponte do Caicó, ponte da fazenda Valdivino Santana e a ponte da divisa entre as comunidades Olga Benário e Canta Galo que ficam entre 20 e 40 km de Rondonópolis. Ambas estão na linha escolar, onde o ônibus passa e faz o transporte dos alunos até a Escola Municipal Rural 14 de Agosto.

Outra moradora e aluna, Jaqueline Santos, 18 anos, disse que a situação na região se arrasta há muito tempo. As estradas estão intransitáveis e quem quiser sair das comunidades se arrisca muito. “Hoje não tivemos aula por conta das pontes que estão em más condições e amanhã não tem nem previsão. Esse é o Rondonópolis que não quero para o futuro”, pontuou.

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O site Agora Mato Grosso entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Rondonópolis e até o final desta matéria ninguém se manifestou sobre o caso.

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