A superintendente de Políticas para Mulheres do Estado de Mato Grosso, Ana Emília (verde) durante reunião em Rodnonópolis - Foto: Ricardo Costa / AGORA MT
A superintendente de Políticas para Mulheres do Estado de Mato Grosso, Ana Emília (verde) durante reunião em Rodnonópolis – Foto: Ricardo Costa / AGORA MT

A presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher e superintendente de Políticas para Mulheres do Estado de Mato Grosso, Ana Emília Iponema Brasil Sotero, esteve em Rondonópolis reunida na tarde desta quinta-feira (23) com as representantes do Conselho da Mulher para tirar dúvidas sobre o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher que deve ser implantado na cidade.

De acordo com a superintendente esse projeto do Governo Federal consiste em um acordo federativo entre os governos dos estados e dos municípios brasileiros para o planejamento de ações que visem à consolidação da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres por meio da implementação de políticas públicas integradas em todo território nacional.

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Ana Emília explicou que a intenção da presidente Dilma Rousseff é de que até dezembro de 2014 todas as cidades pólos do Brasil estejam com a rede de atendimento a mulher completa com delegacias e casas abrigos para dar total suporte as mulheres que sofrem violência.

RONDONÓPOLIS

A superintendente Ana Emília afirmou que foram destinados R$ 1,6 milhão para que haja a compra de equipamentos e mobílias para as casas abrigos de Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças e Cáceres. No caso de Rondonópolis, a verba será destinada ao Recanto Fraterno.

Ana Emília também anunciou que a cidade receberá dois ônibus equipados para a capacitação de mulheres da zona rural. “O veículo será utilizado para levar informações a essas mulheres que vivem longe da cidade”, fala.

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Para que o Pacto Nacional passe a funcionar em Rondonópolis, a superintendente, contou que é preciso que o prefeito assine um decreto e faça a nomeação da gestora que será a pessoa responsável pelo monitoramento e fiscalização das ações do programa.

Segundo a superintendente, em outros municípios esse cargo é ocupado pela presidente do Conselho da Mulher, que em Rondonópolis é comandado por Mara Oliveira. Outro ponto que é preciso ser resolvido é a criação da Câmara Técnica, que consiste na escolha de pessoas para trabalhar com o programa na cidade.

 

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