O Conselho Nacional de Educação trabalha na criação de um marco regulatório para o uso da inteligência artificial em escolas e universidades, diante do avanço acelerado da tecnologia.

Segundo o diretor da FACSP, Wilson Rodrigues, a IA tem potencial para ampliar o acesso ao conhecimento, estimular a criatividade e fortalecer o repertório intelectual de alunos e professores. Ao mesmo tempo, ele alerta que o uso sem critérios pode trazer riscos, como a falta de senso crítico e dependência excessiva da tecnologia.
Por isso, as novas diretrizes devem focar em questões éticas e na responsabilidade de quem utiliza a ferramenta, exigindo curadoria sobre as informações geradas a partir de grandes volumes de dados e evitando que a tecnologia substitua o desenvolvimento do pensamento próprio.


