O deputado federal José Medeiros (Pode) participou junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), da  91ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), na última sexta-feira (17), no Rio de Janeiro.

No evento, o ministro Paulo Guedes colocou fim aos boatos de que o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ seria interrompido. Para Medeiros, o diálogo com o setor da construção foi importante para esclarecer o futuro do programa de construção de casas populares e quais as novas regras para a liberação de crédito. Além disso, o governo se comprometeu em priorizar o pagamento das dívidas do programa acumuladas nos últimos anos.

“Representantes do governo, legislativo e os empresários que participaram do encontro reconheceram a necessidade de melhorar o ‘Minha Casa, Minha Vida’ em vários aspectos, mas que sua continuidade é essencial para o desenvolvimento social e econômico do país. Os ajustes serão feitos para dar continuidade aos projetos que já estão em execução e oportunizar o lançamento de novos. Os mais de R$ 550 bilhões acumulados em atraso nos últimos anos prejudicaram o programa, mas tudo está sendo restabelecido porque é prioridade do governo Bolsonaro. Além de garantir a continuidade do programa, o governo estuda, de forma responsável, a possibilidade de ampliá-lo”, afirmou o parlamentar.

Mato Grosso

No último dia 13, Medeiros participou de uma reunião, em Cuiabá, com empresários do setor da construção no Estado e membros da bancada federal de Mato Grosso para discutir o programa Minha Casa, Minha Vida. Na reunião, os empresários demonstraram preocupação com a continuidade do programa e principalmente com a liberação de recursos dos projetos que estão em execução.

Desde 2009, em Mato Grosso foram contratados R$ 9 bilhões pelo Minha Casa Minha Vida. Ao todo, aproximadamente 90 mil famílias foram beneficiadas pelo programa no estado. O déficit habitacional em Mato Grosso é de 100 mil unidades. Já no país, o déficit é de 6 milhões de unidades.

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